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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A escolha certa

"Como estão fixas ao solo, as plantas são obrigadas a suportar o
calor, o frio, o vento, a tempestade... São, é certo, condições
penosas, mas, apesar disso, as plantas crescem e florescem. E
como são belas as suas cores e agradáveis os seus perfumes!
O espiritualista, simbolicamente, está exposto às mesmas
condições difíceis que as plantas. No entanto, estas condições
são muito preferíveis às que escolhe o preguiçoso que fica
abrigado no seu “celeiro”. No celeiro, é certo, as sementes não
estão expostas às intempéries, mas correm outros perigos muito
mais graves: apodrecer, ser devoradas pelos ratos ou pelos vermes
e, sobretudo, não servir para nada de bom. Ora, ser inútil é o
pior dos destinos. Plantado na vida espiritual, o homem esbarra
em obstáculos, mas, pelo menos, está no bom caminho: ele cresce,
defende-se, cria."


segunda-feira, 26 de maio de 2008

Cesta de nobreza

Cesta de nobreza - Jacqueline Collodo Gomes
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Uma senhora foi à feira para comprar verduras e legumes. Ela queria preparar um ensopado especial de almoço para o marido que estava aniversariando naquele dia.Depois de fazer o longo trajecto da casa à feira, rapidamente ela escolheu as verduras de seu gosto e foi até uma barraca onde estavam expostos diversos tipos de legumes e frutas.Uma amiga se aproximou puxando conversa.


A senhora, colocando mais atenção na conversa do que no que estava fazendo, apanhou uma bandeja de caquis maduros acreditando que estava comprando tomates.Consultando o relógio a senhora percebeu que a proza tinha sido mais longa do que pareceu. Apanhando as sacolas depressa e sem conferir o que tinha comprado, ela correu para casa. Começou a cozinhar sem demora. Estava quase tudo pronto e o marido prestes a chegar. Só faltava picar os tomates para misturar ao ensopado de carne...


Foi então que ela se deu conta do seu engano. Não havia mais tempo para correr à feira ou à algum mercado. O marido já estacionava o carro na garagem. Ela suspirou, triste. O ensopado de aniversário não seria tão especial assim, afinal.Fazer várias coisas ao mesmo tempo pode nos prejudicar porque acabamos nos atropelando e não conseguimos colocar toda a nossa atenção e concentração em cada actividade, individualmente.


É assim que se originam os mal-entendidos, as verdades distorcidas (ou dependendo do grau com que a verdade é substituída por outra história, as mentiras)e as confusões.


Precisamos colocar nossas mentes junto com a situação do momento, coma actividade que estamos exercendo para podermos corresponder ao trabalho que precisamos fazer ou falarmos corretamente a respeito do que presenciamos afim de que ninguém saia prejudicado, constrangido,ou com uma impressão ruim sobre nós.


Mas independente do que aconteça que nos leve a trocar tomates por caquis, podemos sempre consertar a situação. O caqui é um fruto doce que pode ser utilizado no preparo de deliciosas sobremesas.


O erro, escolha errada, também pode ser transformado com um pedido de desculpas e a iniciativa de se agir de maneira diferente dali por diante.Aproveite os caquis que estão nas suas mãos. Corrija os erros que você cometeu.


Faça uma doce e deliciosa compota de honestidade, verdade e nobreza.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Que vóz você ouve?


Quando recebemos o Espírito Santo nos tornamos um com Deus e Ele nos guia, nos orienta, em todos os momentos; temos, então, uma intimidade com Deus. Conseguimos ouvir claramente a voz de Deus que fala aos nossos ouvidos através da nossa consciência, alguns chamam de intuição. Quando temos uma vida com Deus esta voz está sempre presente, clara, certa. Não é difícil ter este encontro com Deus, depende muito mais de nós mesmos, pois já é da vontade de Deus que isto aconteça; basta, então, uma atitude nossa. Se escolhermos uma vida com Deus, a sua luz brilhará em nós; essa luz é força, é energia, disposição, é um fogo que não se consome. Somos iluminados pelo seu poder, pelos dons celestiais e em tudo somos abençoados. Porém, precisamos renovar nossa entrega, nosso amor a Deus, nossa fidelidade, nossa aliança com Deus, todos os dias; caso contrário, surgem brechas e deixamos espaço para outra voz, contrária à de Deus, falar aos nossos ouvidos. Então, passamos a ouvir duas vozes. Mas, se estivermos alerta, vigiando e orando, conseguiremos perceber a tempo aquela brecha que deixamos e teremos condições ainda de corrigir aquele erro, pedindo perdão e nos retratando diante de Deus. Portanto, aquele que teve o Espírito Santo e cai no pecado, na perdição, não cai do dia para a noite. Até que ele perca a presença do Espírito Santo, muitos avisos ele recebe de Deus. No início sente a sua consciência “pesada”, mas ignora. Deus é paciente, tolerante, continua a lhe mostrar suas falhas; mas aquela pessoa continua a ignorar a voz de Deus a lhe falar na sua consciência, permitindo, assim, que a voz contrária à de Deus prevaleça; de modo que, já não ouve mais a voz de Deus. Sendo assim, somos responsáveis pela nossa salvação ou pela nossa perdição. A escolha é nossa. Deus nos dá o livre-arbítrio. Precisamos tomar muito cuidado e prestar muita atenção às escolhas que fazemos, para que não achemos tudo o que acontece a nossa volta “normal” e não aceitemos facilmente o que nos falam ou fazem como certo. É preciso refletir sobre tudo e pedir sempre a orientação de Deus; quando errar, pedir perdão e seguir em frente de maneira diferente. Ao orar, peça ao Espírito Santo: “Ó Espírito Santo, perdoa os meus pecados, os meus erros, não me deixes cair em tentação, mas livra-me de todo mal, em nome do Cristo! Assim Seja! Graças a Deus!” (Leia: Hebreus 6, vers. 4 a12)

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