"Em todas as
iniciativas que tomamos, no domínio material ou no domínio espiritual,
só os nossos esforços contam. O Céu nunca considera os sucessos, só
considera os esforços. Em relação ao sucesso, é ele que decide, pois
tudo aquilo que nós fazemos se inscreve num conjunto e deve servir os
seus planos, estar em sintonia com eles; e pode acontecer, precisamente,
que não esteja previsto que os nossos projetos se realizem tal como nós
os desejamos! Só os esforços nos pertencem; relativamente ao sucesso,
são outros que decidem.
Deixai, pois, os seres do alto decidirem acerca do momento em que os
vossos esforços serão coroados de êxito. Aconteça o que acontecer,
deveis dizer para vós mesmos: «Por enquanto, é verdade, o meu trabalho
não dá muitos resultados visíveis, tangíveis, mas, na realidade, eu sei
que hoje ele já está a dar frutos.» Mesmo que eles não sejam visíveis,
há sempre resultados nos corações e nas almas. Nada fica inerte ou
estagnado. "
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
não confundir a terra com o Céu
"Quando Jesus foi levado diante de Pilatos para ser julgado, este
perguntou-lhe: «Tu és o rei dos Judeus?» e Jesus respondeu
simplesmente: «Tu o dizes.» Mas acrescentou: «O meu reino não é
deste mundo», pois Jesus não tinha qualquer ambição terrestre.
Para ele, a verdadeira realeza era a realeza celeste; ele não
confundia a glória humana com a glória divina e também não
confundia os bens temporais com os bens espirituais. É o que
transparece igualmente no episódio em que os fariseus o
interrogam acerca do imposto de César; ele limita-se a
responder-lhes: «Dai a César o que é de César e a Deus o que é de
Deus.»
Quanto a vós, se quereis tornar-vos um verdadeiro discípulo de
Jesus, procurai também não confundir a terra com o Céu. E,
sobretudo, não penseis que um comprometimento espiritual vos
trará vantagens materiais."
perguntou-lhe: «Tu és o rei dos Judeus?» e Jesus respondeu
simplesmente: «Tu o dizes.» Mas acrescentou: «O meu reino não é
deste mundo», pois Jesus não tinha qualquer ambição terrestre.
Para ele, a verdadeira realeza era a realeza celeste; ele não
confundia a glória humana com a glória divina e também não
confundia os bens temporais com os bens espirituais. É o que
transparece igualmente no episódio em que os fariseus o
interrogam acerca do imposto de César; ele limita-se a
responder-lhes: «Dai a César o que é de César e a Deus o que é de
Deus.»
Quanto a vós, se quereis tornar-vos um verdadeiro discípulo de
Jesus, procurai também não confundir a terra com o Céu. E,
sobretudo, não penseis que um comprometimento espiritual vos
trará vantagens materiais."
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