terça-feira, 31 de agosto de 2010

O que é o Amor?

"Vós compreendereis verdadeiramente o que é o amor quando
deixardes de o considerar como um sentimento. O sentimento está
obrigatoriamente sujeito a variações, consoante se dirige a esta
ou àquela pessoa, ao passo que o amor verdadeiro é um estado de
consciência independente dos seres e das circunstâncias.
Amar não é ter um sentimento por alguém, mas viver no amor e
fazer qualquer coisa com amor: falar, caminhar, comer, respirar,
estudar, com amor... Amar é sintonizar todos os seus órgãos,
todas as suas células e todas as suas faculdades para que eles
vibrem em uníssono na luz e na paz. O amor é, pois, um estado de
consciência permanente. Aquele que atinge esse estado de
consciência sente que todo o seu ser está impregnado de fluidos
divinos e tudo o que ele faz é uma melodia."

Aivanhov

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Você está infeliz?

"Alguém que está muito infeliz vem explicar-me porquê. Eu
pergunto-lhe: «Já agradeceu hoje? – Agradecer? A quem? E porquê?
– Consegue caminhar e respirar? – Sim. – E consegue abrir a boca
para falar? – Sim. – Então, agradeça ao Senhor. Você está infeliz
porque nunca pensou em agradecer. Para mudar o seu estado,
deveria começar por reconhecer que nada é mais maravilhoso do que
o facto de estar vivo, de poder caminhar, olhar, falar.»
Os humanos teriam milhares de razões para agradecer, mas não as
vêem. São ingratos. Por isso, o Céu fá-los passar por provações,
para os ensinar a manifestar-se, finalmente, reconhecidos."

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Por que é que não amaste os teus semelhantes?

"Entre vós, quem é que não tem no seu meio ou mesmo na sua família
algumas pessoas que sente dificuldade em suportar? Mas, em vez de
vos queixardes e de as recriminardes, deveis considerar essas
pessoas insuportáveis como outras tantas ocasiões para fazerdes
esforços e aprenderdes a amar. Sim, é uma aprendizagem.
Um dia, quando deixardes a terra e vos apresentardes diante das
entidades celestes, elas pedir-vos-ão contas; dir-vos-ão: «Por
que é que não amaste os teus semelhantes? – Porque eles eram
desagradáveis, antipáticos... – Não, isso não é razão. O Céu
deu-te grandes riquezas, recebeste braços, pernas, ouvidos, boca,
olhos e, sobretudo, um cérebro, mas, em vez de te servires deles
para te tornares útil aos outros, limitaste-te a criticá-los, a
menosprezá-los. – Mas eles eram tão miseráveis! – Pois bem, isso
seria precisamente uma razão suplementar para agires com maior
generosidade em relação a eles.» Nada poderá justificar-vos."

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